HANGARSISTEMA OPERACIONAL DE GESTÃO AUTOMOTIVACaptação, custos, quitação, venda e lucro — a operação inteira rodando num lugar só.
Chega de descobrir o resultado no fim do mês, na base do achismo: o Hangar mostra o lucro real e o ROI de cada carro, enquanto a operação acontece.
Dashboardagosto · 2026A maioria não sabe — e não é por falta de esforço. É porque a operação está espalhada: um pedaço na planilha, outro no WhatsApp, outro na cabeça de quem paga as contas. E o lucro que aparece no fim do mês é um número que ninguém consegue explicar.
O guincho ficou no áudio, o despachante "acerta depois". O custo completo só se revela quando o carro já foi — comendo o lucro que você achou que teve.
Quanto, exatamente? Sobre qual custo? Quando a quitação estimada se mistura com a paga, o ROI que você calcula não é o ROI que você tem.
Sócio pergunta, investidor pergunta — e a resposta mora na sua cabeça. Isso vira o teto do crescimento: ninguém assume nada sem você.
O Hangar não é um lugar para anotar o que já aconteceu. É a infraestrutura onde a operação acontece: cada etapa alimenta a seguinte, e o lucro sai calculado — não estimado.
Quando a operação inteira mora num lugar só, até o jeito de falar muda. Ninguém diz "anota aí" — a conversa da equipe vira isto:
É por isso que quem entra não sai: trocar de aplicativo é fácil — trocar de infraestrutura, ninguém troca. O histórico da operação, a régua dos seus bancos e o extrato de cada investidor moram num lugar só.
O lead passa o financiamento e o modelo do carro. Você escolhe marca, modelo e ano na tabela FIPE ali mesmo — sem sair para o Google — e o Hangar devolve na hora a quitação estimada pela régua daquele banco e quanto sobra em cada proposta.

Guincho, despachante, honorários, quitação. Tudo lançado com categoria e responsável — e a regra que protege o seu número: a quitação estimada nunca se mistura com a paga. O custo do carro é só o que saiu do caixa.
Quem aportou em qual carro, quanto pagou do próprio bolso e quanto tem a receber. Cada investidor entra com o próprio acesso e enxerga o próprio extrato — e só o dele.
Ninguém vai redigitar dois anos de operação. Suba o Excel que você já usa: o Hangar lê os títulos das colunas, sugere o que é cada uma e mostra tudo antes de gravar. E sai do mesmo jeito — um clique baixa a operação inteira em Excel, inclusive se você decidir ir embora.

A maior parte dos sistemas é flexível. Este é teimoso em três pontos, porque são os três que fazem o lucro mentir.
A quitação prevista fica separada, com nome próprio, e só entra no custo quando o pagamento é registrado. Carro vendido com quitação pendente aparece como resultado em aberto — não como lucro fechado.
O valor de tabela é gravado na data de entrada e não muda depois. Sem isso, o histórico seria reescrito todo mês e nenhum fechamento passado bateria com o que você viu na época.
O isolamento é feito dentro do banco de dados, não na tela. Cada consulta chega filtrada pela sua empresa, e existem verificações automáticas que impedem qualquer atualização de enfraquecer isso.
Cada veículo, cada centavo e cada decisão da sua empresa, protegidos num lugar só, prontos para a próxima captação.
Todo plano tem o sistema inteiro: calculadora, operações e veículos sem limite, investidores, importação e exportação. O que separa um do outro é quantas pessoas usam e quantas consultas por placa você faz por mês — o único custo que pagamos por fora, ao fornecedor dos dados do veículo.
Sem cartão para testar. Sem fidelidade depois. Trocar de plano leva um clique, para cima ou para baixo.
Não. São 14 dias com o sistema inteiro liberado, sem cartão. Se não servir, é só não continuar — e você leva seus dados em Excel.
Não. O cadastro de novos veículos, despesas e vendas fica travado, mas você continua entrando, vendo tudo o que lançou e baixando a planilha completa. Seus dados são seus, e essa regra está escrita no sistema, não numa política.
Cada vez que o sistema pergunta os dados de um veículo ao fornecedor: no cadastro, na triagem de um lead ou na conferência em lote. Placa digitada errada e consulta que não respondeu não contam — você só gasta quando a resposta chega. A contagem zera todo dia 1º, e o número que ainda resta fica visível na tela.
A consulta automática para até o mês virar, e você pode subir de plano na hora se preferir não esperar. O sistema continua inteiro: cadastrar veículo digitando os dados funciona normalmente, e nada do que você já tem é afetado.
Serve. O número do processo entra no contrato e a ficha do veículo passa a mostrar o alerta, para ninguém tratar aquele carro como um atraso comum. Honorários, advogado, procuração e cartório são categorias de despesa que já vêm prontas e somam no custo da operação como qualquer outra. O que o sistema não faz é controlar prazo processual — isso continua com o seu advogado.
É o caso mais comum, e é para ele que o sistema foi feito. A régua dá a estimativa; quando você fecha, registra o valor negociado de verdade, e é esse que entra no custo. A diferença entre o que você estimou e o que pagou fica registrada — com o tempo, você passa a saber quanto a régua de cada banco costuma errar.
Serve, e é onde costuma doer mais. Com cinco operações rodando ao mesmo tempo, um erro de três mil reais numa quitação come o lucro de um carro inteiro. Quem tem volume dilui; quem tem poucos, não.
Não. Cada empresa enxerga apenas os próprios dados, e essa separação é feita dentro do banco de dados — não é uma tela que filtra, é o banco que se recusa a devolver a linha. Existem verificações automáticas que quebram a publicação de qualquer mudança que enfraqueça isso.
Não. Funciona no navegador, no computador e no celular. Cria a conta e já começa.
Cadastre um carro que você já vendeu, com todas as despesas, e compare o lucro que o Hangar calcula com o da sua planilha. Se bater, ótimo. Se não bater, você precisava saber disso antes da próxima captação. Daqui a seis meses, a frase mais dita na sua empresa vai ser uma só: "tá tudo no Hangar".
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