HANGARSISTEMA OPERACIONAL DE GESTÃO AUTOMOTIVAO Hangar monitora diariamente possíveis novos processos e movimentações dos veículos que você coloca sob vigilância — enquanto mantém toda a sua operação sob controle.
Captação. Quitação. Custos. Investidores. Venda. Lucro. Vigilância. Tudo em um único sistema.
Cartão pedido na entrada, nada cobrado por 7 dias. No 8º dia a primeira mensalidade é lançada. Cancelou antes, não paga.
Toda manhã, às 07:00, o Sentinela consulta as fontes disponíveis ao produto atrás de novos processos e de movimentação nos processos que já conhece — para cada veículo que você colocou sob vigilância. Assim é uma manhã em que ele acha alguma coisa:
“Defiro liminarmente a busca e apreensão do veículo descrito na inicial. Expeça-se mandado.”
O Sentinela identificou uma nova ocorrência para um veículo monitorado.
Antes de dizer quanto paga pelo carro, saiba quanto a operação suporta.
Banco, parcelas pagas, parcelas em atraso e valor da parcela. Você escolhe marca, modelo e ano na tabela FIPE ali mesmo — sem sair para o Google — e o Hangar devolve na hora a estimativa de quitação pela régua daquele banco e quanto a operação deixa em cada proposta.
A quitação é uma estimativa calculada pela régua do banco, nunca uma garantia. Quando você fecha, registra o valor negociado de verdade — e é esse que entra no custo.

Aquisição, guincho, cartório, documentação, manutenção, funilaria, tráfego, comissão, advogado, honorários, quitação. A maioria dessas linhas aparece em lugares diferentes — e a que ninguém lembra é justamente a que sai do lucro.
Uma despesa esquecida não desaparece. Ela sai do seu lucro.
Tudo lançado com categoria e responsável — e a regra que protege o seu número: a quitação estimada nunca se mistura com a paga. O custo do carro é só o que saiu do caixa.
Todo plano tem o sistema de gestão inteiro: calculadora, operações e veículos sem limite, custos, quitação, investidores, documentos, venda, lucro, importação e exportação. O que muda são as duas coisas que a gente paga por fora, no fornecedor — quantos veículos o Sentinela vigia e quantas consultas por placa você faz por mês. Preferimos cobrar por isso a fingir que é de graça e cortar depois.
Os 7 dias pedem o cartão na entrada e não cobram nada até o oitavo dia — cancelou antes, não paga. Sem fidelidade depois, e trocar de plano leva um clique, para cima ou para baixo.
Você cadastra o cartão na entrada e não é cobrado nada durante os sete dias. No oitavo, a primeira mensalidade é lançada automaticamente. Cancelou antes disso, não paga — e mesmo assim leva seus dados em Excel. O cartão é pedido na entrada por um motivo prático: cada carro vigiado custa dinheiro nosso com o fornecedor desde o primeiro dia, e o teste é o sistema inteiro, não uma demonstração.
Não, e isso precisa estar claro antes de você assinar. O Sentinela vigia por DOIS caminhos ao mesmo tempo: o CPF e o nome do proprietário. O segundo existe porque nem sempre o processo chega ao índice com o documento — num caso real nosso, uma busca e apreensão foi publicada no diário com as partes só por nome, e a vigilância pelo CPF não alcançaria nunca. Achado que vem pelo nome aparece marcado como tal, porque pode ser homônimo; quando o banco que financiou o seu carro está entre as partes, o sistema avisa que confere. O que continua fora: ação em segredo de justiça, que não publica o CPF do réu — nenhum fornecedor do mercado alcança essas. E o índice do fornecedor pode estar atrás do tribunal. O Hangar reduz a janela de surpresa; ele não promete que nada escapa, e a gente prefere te dizer isso agora.
Não, e nenhum sistema impede. O Hangar reduz a janela de surpresa: ele avisa quando identifica uma nova ocorrência ou movimentação nas fontes que consulta, para você decidir o que fazer com tempo. O que acontece depois é decisão sua e do seu advogado — o Hangar não substitui acompanhamento jurídico nem controla prazo processual.
Dá, e é o caminho mais confiável que existe. Você cola o número na ficha do veículo e o Hangar pergunta direto ao fornecedor: ele conhece esse processo, e o CPF do proprietário aparece dentro dele? Responde em segundos e já está incluído no seu plano. Na vida real o número chega antes do índice — pelo devedor, pelo despachante, por um print de WhatsApp.
Depende do plano: o Hangar Start vigia 10, o Pro vigia 30 e o Max vigia 100. Todos os planos têm Sentinela — ele é o motivo de o Hangar existir e não faria sentido deixá-lo de fora do plano de entrada. A troca de qual carro está sendo vigiado é sua e muda quando quiser. Se a sua operação passar da franquia do plano, o caminho é subir de plano.
Não. O Start tem o sistema inteiro, vigilância incluída: calculadora sem limite de uso, veículos e operações sem limite, custos, quitação, investidores, documentos, venda, lucro e ROI, importação e exportação em Excel, e o Sentinela vigiando 10 veículos. O que muda nos planos de cima é o tamanho: mais veículos vigiados, mais consultas de placa e mais gente com acesso. Quem entra no Start sai de planilha e de WhatsApp no primeiro dia.
Não. O cadastro de novos veículos, despesas e vendas fica travado, mas você continua entrando, vendo tudo o que lançou e baixando a planilha completa. Seus dados são seus, e essa regra está escrita no sistema, não numa política.
Cada vez que o sistema pergunta os dados de um veículo ao fornecedor: no cadastro, na triagem de um lead ou na conferência em lote. Placa digitada errada e consulta que não respondeu não contam — você só gasta quando a resposta chega. A contagem zera todo dia 1º, e o número que ainda resta fica visível na tela.
A consulta automática para até o mês virar. O sistema continua inteiro: cadastrar veículo digitando os dados funciona normalmente, e nada do que você já tem é afetado. No Pro e no Max você pode comprar consulta avulsa a R$ 2,90; no Start, não — ali o caminho é esperar o dia 1º ou subir de plano. A vigilância dos seus veículos não para por causa disso: ela é diária e não gasta a sua cota de placas.
Serve. O número do processo entra no contrato e a ficha do veículo passa a mostrar o alerta, para ninguém tratar aquele carro como um atraso comum. Honorários, advogado, procuração e cartório são categorias de despesa que já vêm prontas e somam no custo da operação como qualquer outra. O que o sistema não faz é controlar prazo processual — isso continua com o seu advogado.
É o caso mais comum, e é para ele que o sistema foi feito. A régua dá a estimativa; quando você fecha, registra o valor negociado de verdade, e é esse que entra no custo. A estimativa nunca é apresentada como garantia. A diferença entre o que você estimou e o que pagou fica registrada — com o tempo, você passa a saber quanto a régua de cada banco costuma errar.
Serve, e é onde costuma doer mais. Com cinco operações rodando ao mesmo tempo, um erro de três mil reais numa quitação come o lucro de um carro inteiro. Quem tem volume dilui; quem tem poucos, não.
Não. Os dados da sua empresa ficam separados dos dados de outras operações, e essa separação é feita dentro do banco de dados — não é uma tela que filtra, é o banco que se recusa a devolver a linha. Existem verificações automáticas que quebram a publicação de qualquer mudança que enfraqueça isso.
Não. Funciona no navegador, no computador e no celular. Cria a conta e já começa.
Talvez seja o que está com mais parcelas atrasadas. Talvez seja aquele em que você colocou mais dinheiro. Ou simplesmente aquele que você sabe que precisa acompanhar de perto. Comece por ele. Cadastre o veículo, coloque o Sentinela para vigiar e depois lance custos, quitação, investidores e venda.
Você não vai precisar abrir planilha, procurar conversa no WhatsApp ou tentar lembrar.
7 dias com o sistema inteiro. Cartão na entrada, primeira mensalidade no 8º dia, cancelamento a qualquer momento.